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Mudanças na indústria de óleo e gás brasileira trazem otimismo para o setor

04/07/2017 em Notícias
Conjunto de medidas que reformulam a indústria de petróleo foram apresentadas por Décio Oddone, diretor-geral da ANP
Décio Oddone, diretor-geral da ANP
São animadoras as perspectivas para a indústria de óleo e gás no Brasil. Essa é a conclusão da palestra conduzida por Décio Oddone, diretor-geral da ANP (Agência Nacional de Petróleo), no President’s lunch sobre as mudanças no ambiente regulatório e perspectivas para a indústria. O evento, que contou com a presença de mais de cem executivos do setor, foi promovido pela AmCham Rio na última sexta-feira (30), com patrocínio da PetroRio e apoio do Hotel Vila Galé, no Centro do Rio, que recebeu o almoço-palestra.

Segundo Oddone, o setor de petróleo no Brasil possui um enorme potencial, mas atualmente é pouco explorado: ‘’A indústria de petróleo no Brasil é relevante. É uma das maiores do mundo. Os números que temos não correspondem ao potencial do País [...] a gente chega ao ponto de ter no Brasil bacias que nunca tiveram poços perfurados’’.

A ANP vem trabalhando em um conjunto de medidas que visam reformular o setor para aumentar sua capacidade de produção e torna-lo mais competitivo no cenário internacional. O fim da obrigatoriedade da Petrobras como operadora única do Pré-sal é considerada uma das maiores oportunidades exploratórias do mundo. A medida abre espaço para que outras operadoras também possam competir: ‘’queremos centenas de empresas explorando o petróleo no Brasil’’, completou Oddone.

Além disso, a retomada dos leilões de petróleo, que ficaram cinco anos sem acontecer, também é vista com otimismo pelo diretor. Estão previstas nove rodadas até 2019, que juntas podem render mais de US$ 80 bilhões em investimentos e US$ 100 bilhões em royalties, além de gerar milhares de empregos.

Oddone destacou também os ajustes de prioridades e ações que estão sendo realizados pela Agência, com o objetivo de estimular as atividades de exploração e produção de petróleo e gás no País. Uma delas foca na simplificação dos regulamentos e redução do tempo de tramitação de processos, uma desburocratização que ajudará a ‘’destravar’’ os investimentos. A perfuração de poços também deixará de ser obrigatória: ‘’poço só deve ser perfurado se for economicamente atraente e geologicamente aconselhável’’, afirmou.

Todas as reformulações caminham para tornar a indústria de petróleo no País um mercado diversificado e competitivo, com ‘’preços internacionais’’. As mudanças, que vão desde os aprimoramentos nas políticas energéticas até a transformação da cadeia de suprimentos em um sistema integrado e eficiente, estão sendo tratadas como a maior transformação do setor energético brasileiro desde a criação da Petrobras, em 1953. ‘’Nós estamos vivendo um momento único na indústria de petróleo e gás no Brasil. Esta é a maior janela de oportunidades para o setor de investimento no país em décadas’’, disse o executivo.

O presidente da AmCham Rio, Pedro Almeida, elogiou o conjunto de medidas: ‘’é uma proposta inovadora, audaciosa e criativa’’. Almeida acrescentou também a importância da AmCham Rio no debate e fomento da indústria carioca, em especial a de Óleo e Gás. A instituição conta com os esforços do Grupo de Trabalho de Óleo e Gás que atua com uma agenda propositiva no segmento e desenvolve ações com agentes reguladores e órgãos federais para promover o diálogo.

Confira as fotos do evento: http://bit.ly/2tm6zkM
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