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Brasil-EUA: Parceria Para o Crescimento

28/04/2017 em Artigos
Artigo por Cassia M. Carvalho
Este é um novo capítulo no relacionamento Brasil-EUA. Com mudanças nos governos em ambos os lados, temos a oportunidade de reformular a agenda bilateral e fortalecer os laços econômicos e de amizade. Mais do que nunca, ambas as nações precisam definir uma pauta arrojada e robusta, preparando o terreno para o futuro.


O Brasil enfrenta problemas característicos de países em desenvolvimento e tem potencial de se tornar um grande parceiro comercial dos Estados Unidos. Os fatores geopolíticos e culturais refletem essa visão. Os dois países são aliados históricos; líderes mundiais estrategicamente localizados no hemisfério ocidental; possuem grandes mercados de consumo; e trabalham em parceria nas áreas de defesa, energia, agricultura e desenvolvimento de infraestrutura. Em setores como educação, saúde, ciência e inovação, a cooperação pode ser expandida ainda mais para elevar a colaboração entre a iniciativa privada e os governos.


Tanto o Brasil quanto os EUA têm apresentado um aumento no comércio bilateral e nos investimentos privados. Os setores produtivos de ambos os países expressaram seu desejo de avançar nas relações bilaterais em um ambiente econômico mais favorável aos negócios. Isso requer reformas estruturais e uma forte vontade política por parte de ambos os governos, que devem estabelecer objetivos ambiciosos para os próximos anos. Embora tenha havido progressos no Brasil, muito mais pode ser feito para melhorar o livre comércio e a confiança dos investidores. O Brasil é um parceiro atraente para os Estados Unidos e a relação bilateral precisa adotar uma visão por gerações – tomando hoje decisões que serão vantajosas mais adiante – comprometendo-nos com um futuro sustentável.


Por esse motivo, chegou o momento de ambos os governos trabalharem um acordo comercial abrangente, com tarifas significativamente menores e reduções de barreiras não-tarifárias, apoiado pela cooperação regulatória. Devem também negociar um tratado fiscal bilateral que elimine a dupla tributação e ofereça ganhos mútuos, aumentando a segurança proporcionada a investidores internacionais. Além de derrubar essas barreiras, os dois países devem também alcançar novos patamares na livre circulação de pessoas, para impulsionar o turismo e o intercâmbio cultural.


Os dois gigantes do hemisfério ocidental ainda não desfrutaram das melhores de suas colheitas, que certamente virão com uma maior colaboração bilateral. Enquanto se prepara esse ambiente, a comunidade empresarial norte-americana continuará apoiando o governo brasileiro e seu povo na busca de melhores frutos, e permanecerá confiante em seu futuro.


Cassia M. Carvalho é diretora executiva da Seção Americana do Conselho Empresarial Brasil-EUA.


* Os artigos assinados são de total responsabilidade de seus autores, não representando necessariamente a opinião dos editores e da Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro.
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